domingo, 10 de junho de 2012

Parceria


Parceiro do Policial Civil: GASOLINA R$ 2.59


O Movimento Pela Mudança anuncia, como Parceiro do Policial Civil, o Posto de Gasolina Império, onde todos os Policiais Civis, terão desconto ao abastecer. Não precisa ser filiado a qualquer associação, apenas mostrar a Carteira Funcional, na hora do abastecimento.

O Movimento Pela Mudança está buscando Parcerias e anunciará, semanalmente, os estabelecimentos comerciais onde os Policiais Civis terão descontos, em Recife e em outras cidades do estado de Pernambuco. Não precisa ser filiado a nenhuma associação. Não perca esta oportunidade de economizar seu salário.

Gasolina
R$ 2.59

Posto de Gasolina Império
Endereço: Avenida Engenheiro Abdias de Carvalho, nº90 – Prado – Recife-PE
      
Movimento Pela Mudança, Na Luta pela Valorização dos Policiais Civis!!

terça-feira, 5 de junho de 2012


Por falta de legislação, direito é regulamentado por lei celetista
      
     Em outubro de 2007 o Superior Tribunal Federal (STF), órgão máximo do Poder Judiciário e guardião da Constituição Federal, decidiu que o Direito de Greve no Funcionalismo Público deve seguir as regras do Setor Privado enquanto o Congresso Nacional não aprovar lei específica sobre o tema. Desta forma, a Lei 7.783/1989, que regulamenta a greve na iniciativa privada, deve ser aplicada também para os servidores em caso de movimento paredistas.
     O STF entendeu que a Constituição Federal de 1988 prevê o Direito de Greve do Servidor Público, porém que tal direito deve ser regulamento por lei. Como o Congresso não legislou sobre o assunto, o Supremo aplicou a lei mais próxima, ou seja, a do setor privado.

Greve sem prejuízos a população, se é que possível!
     As paralisações do serviço público não podem prejudicar a população. Os serviços que são considerados essenciais, como o nosso de Segurança Pública e o Serviço de Saúde, por exemplo, não podem ser totalmente interrompidos. Nestes casos, fica obrigatória a manutenção de ao menos 30% da prestação da atividade.

Corte de Ponto dos Grevistas
     Com o Direito de Greve garantido Constitucionalmente, o Servidor Público tem o direito de paralisar suas atividades como forma de exigir melhores condições de trabalho. O corte de ponto daqueles que aderirem à Greve é visto como uma punição pelo fato dos trabalhadores estarem exercendo um direito legítimo, garantido pela Constituição.
     Como efetivamente não há legislação que regule a possibilidade ou não deste corte, ele é utilizado como ferramenta de intimidação contra os que lutam por seus direitos.
     É evidente que o corte de ponto é imoral e antidemocrático e este também é o entendimento comum de nosso movimento.  Porém, isto não impede que as chefias e até o Governo realizem ameaças e utilizem tal instrumento. Contudo, o corte só poderá ser feito se a greve for julgada ilegal por um Tribunal Superior (TRF ou STJ).

O Direito de Greve para quem está em Estágio Probatório
     Os Servidores Públicos que estão em Estágio Probatório são os mais receosos em relação aos seus direitos. A lei não estabelece nenhuma diferença entre quem está em estágio e quem é efetivo. Portanto, é garantido o pleno exercício dos Direitos dos Servidores Públicos à Greve para ambos.
     O STF já se manifestou em favor do Direito de Greve para os Servidores Públicos em Estágio Probatório, inclusive já tendo revertido uma exoneração. No acórdão (1º T., RE 226966/RS, de 11/11/2008. Inf.528), o Supremo deixou claro que “a inassiduidade em decorrência da greve não poderia implicar a exoneração de servidor em estágio probatório, uma vez que essa ausência não teria como motivação a vontade consciente de não comparecer ao trabalho simplesmente por não comparecer ou por não gostar de trabalho. Revelaria, isso sim, inassiduidade imprópria, resultante de um movimento de paralisação da categoria em busca de melhores condições de trabalho. Assim, o fato de o recorrido estar em estágio probatório, por si só, não seria fundamento para essa exoneração”.
     Por fim, entende-se que o Servidor Público trabalhador que está em greve, participando das atividades do Sindicato, lutando por seus direitos e por melhores condições de trabalho e de vida tem total respaldo para paralisar suas atividades, sem medo das ameaças e dos confrontos.

DIREITO DE GREVE DE POLICIAIS CIVIS É TEMA DE REPERCUSSÃO GERAL.



       O Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) admitiu a existência de repercussão geral na matéria tratada no Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 654432), que discute a legalidade, ou não, do exercício do direito de greve por parte dos policiais civis, diante da ausência de norma regulamentadora.

      No entendimento do ministro Ricardo Lewandowski, relator do ARE, a matéria constitucional suscitada no recurso ultrapassa os interesses das partes e possui evidente relevância social, “tendo em vista que a atividade policial é essencial à manutenção da ordem pública”. “Com efeito, a Constituição Federal garante o exercício do direito de greve dos servidores públicos, observadas as limitações previstas em lei. Contudo, diante da ausência de norma regulamentadora da matéria, sobretudo no que se refere à atividade policial, fica demonstrada a relevância política e jurídica do tema”, destacou o ministro.

     No recurso, a Procuradoria do Estado de Goiás questiona acórdão do Tribunal de Justiça goiano que declarou legítimo o exercício do direito de greve por parte dos policiais civis do Estado. Ao defender a existência de repercussão geral da matéria constitucional tratada no RE, a autora argumenta que exercício do direito de greve ilimitado por policiais civis tem reflexos sociais, econômicos, jurídicos e políticos que ultrapassam os interesses subjetivos da causa. Sustenta, também, que o entendimento do STF de garantir o direito de greve a determinados servidores públicos não se estende aos integrantes das carreiras de Estado.

Fonte: Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Até a ONU pede o fim da Polícia Militar no Brasil
Um relatório dos países do conselho de direitos humanos da ONU recomenda ao Brasil a extinção da Polícia Militar e o combate aos “esquadrões da morte” 

    O Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) pediu nesta quarta-feira (30) que o Brasil realize maiores esforços para combater a atividade dos "esquadrões da morte" e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de numerosas execuções extrajudiciais.
       Esta é uma de 170 recomendações que os membros do Conselho de Direitos Humanos aprovaram hoje como parte do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o EPU (Exame Periódico Universal) do Brasil, uma espécie de avaliação à qual se submetem todos os países.
    A recomendação em favor da supressão da PM foi obra da Dinamarca, que pede a abolição do "sistema separado de Polícia Militar, aplicando medidas mais eficazes (...) para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais".
      A Coreia do Sul falou diretamente de "esquadrões da morte" e a Austrália sugeriu a Brasília que outros governos estaduais "considerem aplicar programas similares aos da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) criada no Rio de Janeiro".
      Já a Espanha solicitou a "revisão dos programas de formação em direitos humanos para as forças de segurança, insistindo no uso da força de acordo com os critérios de necessidade e de proporcionalidade, e pondo fim às execuções extrajudiciais".
Investigação de crimes
    O relatório destaca a importância de que o Brasil garanta que todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente e que se combata a impunidade dos crimes cometidos contra juízes e ativistas de direitos humanos.
  O Paraguai recomendou ao País "seguir trabalhando no fortalecimento do processo de busca da verdade" e a Argentina quer novos "esforços para garantir o direito à verdade às vítimas de graves violações dos direitos humanos e a suas famílias".
      A França, por sua parte, quer garantias para que "a Comissão da Verdade criada em novembro de 2011 seja provida dos recursos necessários para reconhecer o direito das vítimas à justiça".
Sistema penitenciário
   Muitas das delegações que participaram do exame ao Brasil concordaram também nas recomendações em favor de uma melhoria das condições penitenciárias, sobretudo no caso das mulheres, que são vítimas de novos abusos quando estão presas.
    Neste sentido, recomendaram "reformar o sistema penitenciário para reduzir o nível de superlotação e melhorar as condições de vida das pessoas privadas de liberdade".
   Olhando mais adiante, o Canadá pediu garantias para que a reestruturação urbana visando à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 "seja devidamente regulada para prevenir deslocamentos e despejos”.
     A PM é uma instituição característica de regimes militares.

sábado, 2 de junho de 2012

NA PASSEATA, OS POLICIAIS CIVIS DERAM SEU RECADO!



1. Foi um sucesso. No final da caminhada se observou que os policiais estavam mais animados, com mais disposição para dar continuidade a essa luta, que é por melhores condições de salários de melhores condições de trabalho.
                                         
2. A pesar das divergências que temos com a direção do sindicato, consideramos interessante o papel que esta cumpriu, pois para obter o que está contido nas nossas reivindicações é preciso lutar mesmo. Daqui pra frente, podemos organizar outra passeata, atos públicos para denunciar nossa situação e até chegarmos a deflagração da greve, pois só assim, o governador vai nos ouvir. TODOS QUE LUTARAM, VENCERAM!

3. O MOVIMENTO PELA MUDANÇA foi parabenizado por muitos companheiros e companheiras, por ter tido clareza de aprovar, no momento exato a realização da passeata, que foi brilhantemente sugerida pelo companheiro Áureo Cisneiros e imediatamente aprovada pela base.
                                            

4. A passeata saiu do SINPOL, chegou a Cruz Cabugá, seguiu em direção à Conde da Boa Vista, dobrando a esquerda na rua da Aurora, dirigindo-se ao Palácio do Campo das Princesas. Nesse trajeto, observamos que a população, mesmo sendo prejudicada por conta do trânsito, não foi hostil a movimentação dos policiais civis, e nem jogaram os panfletos no chão.

5. Ao chegar no Palácio do Campo das Princesas (o príncipe não estava lá), fomos recebidos pelo secretário executivo da casa civil, Marcelo Canuto, que se encarregou de passar para o governador as reivindicações da categoria.








6. Durante a negociação com o secretário, o companheiros Áureo disse: "temos hoje um dos piores salários de polícia civil do país" e que "era preciso mudança em relação a política salarial do governo com a categoria.













Áureo ainda colocou:
  • Sobre as horas extras: que o governo deve pagar as horas extras na forma do que está previsto na legislação trabalhista;
  • Com relação ao PJES, foi dito que era uma medida inconstitucional;
  • Medidas para resolver o pagamento do adicional noturno foram cobradas;
  • A contratação dos policiais concursados; 
  • E o aumento do vale refeição.  
                                    
7. Um erro foi cometido, pois ao final da conversa com o secretário, o presidente do sindicato não solicitou do funcionário do governo quando seria, por escrito, dada a resposta. Daí, vamos propor ao Marinho que convoque a comissão que negociou para retornar ao Palácio do Campo das Princesas imediatamente, para que seja dada a resposta.
                                      
8. Nós também vamos propor que o sindicato marque uma nova assembleia para que seja avaliada a passeata e a resposta do governo. A categoria não pode "perder o pique", pois para quebrar esse famigerado acordo entre a direção do sindicato e governo até 2014, é preciso muito esforço e organização para vencer esse embate.
A LUTA DEVE CONTINUAR, pois se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, mas se juntar, o bicho foge!

Nossa Carta à População foi distribuída ao longo do trajeto da Passeata!!


POR QUE A PASSEATA DOS POLICIAIS CIVIS?

             Os trabalhadores de qualquer categoria quando são injustiçados por patrões públicos ou privados tem que fazer o que estamos fazendo: passeatas, assembleias e até paralisações que podem ser de um dia ou até mesmo por tempo indeterminado. É um direito legítimo de qualquer profissional tomar essas iniciativas para conquistar melhores salários e  condições de trabalho para poder melhorar as suas vidas. É isso que estamos exigindo do Governo Eduardo Campos. A gente quer fazer o nosso futuro agora!
                 O Governador Eduardo Campos comunicou ao sindicato dos policiais civis que não irá negociar nenhuma matéria que trate de reajuste salarial. Com essa atitude, ele quebra um compromisso assumido com toda sociedade pernambucana, em sua campanha eleitoral, de que iria valorizar os policiais. Hoje nós, Policiais Civis de Pernambuco, temos um dos piores salários do País.
                A negociação para implantação de nosso Plano de Cargo, Carreira e Vencimento, iniciada em 2007 para ser executada em 2011, trouxe muitas distorções salariais, onde, inclusive, os policiais aposentados foram prejudicados por terem tratamento desigual se comparado aos policiais da ativa. Então, nesse momento da Campanha Salarial, é preciso que o sindicato exija do Governo do Estado a reformulação do PCCV para acabar com estas distorções. Essa reformulação,pode ajudar a atingir o nosso objetivo que é conquistar um salário que atenda as nossas necessidades.
               As condições de trabalho, às quais estamos submetidos, agride a dignidade de todos nós, como por exemplo: muitas delegacias, principalmente as do interior do Estado, podem ser comparadas a verdadeiros chiqueiros, outro problema é o efetivo insuficiente para o desempenho da atividade policial, onde cerca de 90% das delegacias funcionam com apenas um policial de plantão, enquanto que os aprovados no último concurso, realizado em 2006, continuam sem serem chamados. E o mais grave, o Governo Eduardo Campos tem negado direitos básicos para qualquer trabalhador, como adicional noturno e horas extras.
              O objetivo central dessa atividade classista (Passeata) deve ser a de exigir do Governador Eduardo Campos a renegociação do acordo que foi celebrado entre nosso sindicato e o Governo, onde aprisiona a categoria até 2014 com reajustes escalonados, que ao final não vai atingir um salário que dignifique os Policiais Civis de Pernambuco. É isso que o SINPOL deve fazer, cobrar do governador Eduardo Campos que renegocie o acordo. Se com essa defasagem salarial, os Policiais Civis contribuíram para o sucesso do Pacto Pela Vida, imaginem com um bom salário!!!
             Agradecemos aos companheiros e companheiras que vieram de todo o Estado participar da passeata, isso prova que a categoria está unida e disposta a lutar por melhores salários e condições de trabalho. Para finalizar, agradecemos também a compreensão e o apoio de toda a população.
 
A Polícia Civil é um Patrimônio do povo Pernambucano, valorize-a!!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dia 30/05, Paralisação e Passeata!!


Ofício a ADEPPE !

             Nós que fazemos o Movimento Pela Mudança oficiamos a ADEPPE para que a esta entidade oriente seus representados para que não tentam impedir, ou mesmo coloquem qualquer tipo de obstáculo aos nossos companheiros de irem a Passeata, já que é um direito constitucional de reunião e reivindicação de direitos. Podendo o delegado que atentar contra este direito responder Criminal, Civil e Administrativamente pelo ato. A nossa sugestão é que os delegados facilitem a ida dos colegas para a Passeata de Quarta-Feira.
            

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dia 30 de maio é de Paralisação, é dia de Passeata, é dia de Luta!!


Dia 30 de maio é de Paralisação, é dia de Passeata, é dia de Luta. Concentração às 14h00min na Sede do SINPOL. Compareçam!!





Quem estava na assembleia (17/05) percebeu que a diretoria do SINPOL queria que fosse aprovada apenas a paralisação, pois a Passeata não estava nos planos de seus diretores. A sábia decisão da base deixou Marinho apavorado depois que foi aprovada a proposta por sugestão do Companheiro Áureo Cisneiros. A Passeata vai sair do sindicato com destino ao Palácio do Campo das Princesas, o “Príncipe” Eduardo Campos agora vai ouvir o clamor dos Policiais Civis em busca demelhores salários e condições de trabalho dignas. Esperamos que o Governo se sensibilize com a nossa situação. Parabéns à Categoria! Parabéns SINPOL!
              
           A decisão foi muito boa, se tivesse sido aprovada apenas a paralisação no dia 30 próximo, seria mais fácil para alguns diretores (principalmente Marinho) boicotassem a atividade, desmobilizando e desanimando os Policiais Civis de Pernambuco, como fez em todas as atividades que foram propostas anteriormente,o exemplo mais gritante foi a Operação Prazeres, não deu nenhuma repercussão na mídia e que a própria diretoria do sindicato chegou à delegacia e logo desapareceu.
            
            Os Policiais Civis precisam entender que fazer a Passeata no dia 30 é um ato de Coragem, de Determinação, de Ousadia, incomodando os puxa-sacos, passando pelo Damásio e chegando ao Governador do Estado, tudo isso para fortalecer e aquecer a Campanha Salarial de 2012. Agora é o momento de Lutar, a conjuntura de Pernambuco e do Brasil é por enquanto muito favorável sob a ótica da Política e da Economia. Essa Luta permitirá avançar na conquista de novos direitos para os trabalhadores (as) da Polícia Civil. Agora para vencer a batalha do dia 30 de maio (mês dos trabalhadores) é fundamental a presença de todos e todas na atividade, fazendo uma Passeata Gigante no Recife para chamar a atenção das autoridades governamentais sobre a nossa situação. Você pode ajudar trazendo amigos, amigas, familiares e simpatizantes da Polícia Civil, não se esqueça de Mobilizar os seus colegas de trabalho.
            
           O Movimento Pela Mudança fez a sua parte, viabilizando a aprovação da Passeata. Agora estamos trabalhando para exigir da direção do SINPOL que não faça “corpo mole” na mobilização da categoria, pois é preciso fazer visitas à base nas delegacias do Grande Recife e nas Seccionais em todo o Estado de PE, postar no site do sindicato o convite para a Passeata, explicando a importância da atividade classista, mandar convite através de e-mails, telefonar para os associados, fazer chamadas através dos canais de TV e das Emissoras de Rádios, divulgar no Programa do Cardinot, Eduardo e Sérgio Dionísio, elaborarfaixas para o dia da Passeata e contratar carros de som potentes para puxar a caminhada da Mudança rumo ao segundo melhor salário do Brasil.
              
             Além do que foi sugerido acima é necessário que seja feito um informativo para distribuir ao povo pernambucano, explicando porque estamos na rua e pedir humildemente desculpa a população por estarmos causando transtorno ao transito. Com relação à vinda dos Policiais Civis do interior deve ser garantida a contratação de ônibus e alimentação durante a vinda para o Recife e o retorno às suas cidades.
              
              Esperamos que a direção do sindicato não venha com a “conversa mole” de que não pode bancar os ônibus e a alimentação dos Policiais que vem do interior com o argumento de que vai custar caro. Todos nós sabemos que o SINPOL tem dinheiro de sobra, que dá até para eleger Deputado e Vereadores, alugar ônibus não vai quebrar o sindicato.
               
              Finalizando, Marinho, se você fizer, junto com os seus diretores e diretoras, a mobilização para a Caminhada, ela vai ser um “ESTRONDO” e não teremos apenas “4 gatos pingados” como disseste na assembleia, vai ter sim, uma cachoeira de gatos e gatas sem nenhum pingo d’água. Marinho, por favor, não desmarque a Passeata e nem a desmobilize, ela vai nos ajudar a conquistar o 2º melhor salário do Brasil. Queremos dizer também que estamos dispostos a contribuir na organização do dia 30 e queremos participar também de qualquer negociação que surja daqui para o dia da Passeata, lembre-se que a Comissão de Negociação foi aprovada em assembleia para negociar junto com vocês. TUDO DEPENDE DA NOSSA PARTICIPAÇÃO COM UNIDADE.

“Quem sabe faz a hora não espera acontecer”

terça-feira, 8 de maio de 2012

Campanha Salarial 2012 - Uma Farsa como foram as anteriores!


Campanha Salarial 2012 – Uma Farsa, como foram as anteriores!
      

 




          








           No início da Campanha Salarial dos Policiais Civis de Pernambuco, decidimos ajudar a atual diretoria do SINPOL a construir conjuntamente a organização dessa campanha, mesmo sem confiar plenamente nesta Diretoria, essa postura assumida por nós, foi por conta de uma cobrança da base para que nós, do Movimento Pela Mudança, não fôssemos radicais. Por isso, ajudamos o sindicato a mobilizar a categoria para participar das quatro últimas assembleias já realizadas. Estivemos nas paralisações das delegacias de Boa Viagem e do Plantão de Santo Amaro, e nos oferecemos para fazer parte da comissão de negociação. Inclusive, foi deliberado em assembléia a formação dessa comissão, onde os companheiros Albertin, Álvaro, Fábio, Áureo, Kadu, Tiago, Emerson e Almiro poderiam participar das negociações junto com o sindicato, frente ao Secretário de Defesa Social e outras autoridades, sendo que Marinho não os convocou quando das negociações, onde ele relata ter realizado (se é que realizou mesmo!). Esse ato foi um desrespeito à decisão da assembleia que ocorreu no dia 19/04/2012, a qual foi aprovada por unanimidade, sem a diretoria do sindicato ter criado objeções.
           
         Amigos e Amigas, vocês não acham que paciência tem limites? Pois é! Foram quatro assembleias (16/03, 16/04, 19/04 e 02/05) e nenhuma resposta foi repassada até o momento para a categoria e nem sequer sabemos qual é o percentual de reajuste salarial pedido pelo nosso sindicato. Nós, do Movimento Pela Mudança, achamos que na próxima assembleia, marcada para o dia 17/05/2012, às 17:00 horas, deve ser feito alguma coisa para mostrar ao Governo que estamos vivos e queremos lutar, e que Marinho cumpra com a promessa que fez para os Policiais Civis de que teremos “o segundo melhor salário do País”, e nos mostre como será essa “Operação Fantástica” para poder acabar com essa Lenga-Lenga que já está parecendo uma grande Farsa recheada de enrolação, tapeação, enganação e criação de ilusão.
         
           Na última assembleia (02/05), Marinho falou, falou, falou... e falou da ação montada pela SDS (Operação 007) que enviou um agente “insecreto”, munido de par de óculos para espionar o hoje “Combativo e Revolucionário” SINPOL/PE, para investigar de como está sendo construída a atual Campanha Salarial. Depois que o presidente contou a estória do agente secreto ou, quase secreto, e ainda meio “emocionado”, dirigiu-se à platéia e pediu à categoria que aprovasse uma resolução em que a direção do SINPOL poderia tomar algumas ações sem a necessidade de convocar assembleia, o que foi prontamente aprovada pela base. Para nós do Movimento Pela Mudança, os Policiais Civis assinaram um cheque em branco pois a diretoria não merece confiança; é só ver a história das campanhas salariais passadas. Consideramos que foi um grande equívoco da categoria pois, com essa resolução nas mãos, Marinho pode fechar qualquer acordo com quem ele quiser. Se o sindicato quiser, na próxima assembléia (17/05), ele pode informar que já negociou com o Governo, e que fez o possível e o impossível, para então chegar à categoria dizendo: “é isso mesmo, ou pega ou larga!”; vai desligar o microfone e descer do carro de som como fez na Campanha Salarial de 2011. Estão lembrados? A história pode se repetir como consequência dessa farsa.
          
          Na próxima assembleia (17/05, às 17h00min, na sede do SINPOL) esperamos que a categoria compareça em massa (a última assembleia foi um fracasso) e, se a base estiver do nosso lado, nós do Movimento Pela Mudança vamos comprar essa briga para acabar de vez com essa farsa.

Para sermos vitoriosos, é preciso a união de todos. Vamos à Luta!


Movimento Pela Mudança na Luta pela Valorização dos Policiais Civis de Pernambuco!!
       

     

quarta-feira, 2 de maio de 2012

TODOS À ASSEMBLEIA!




NESTA ASSEMBLEIA TODOS DEVEM PARTICIPAR!

            Mais uma vez, voltamos a bater na mesma tecla para poder dar satisfação aos policiais civis, para que depois não seja dito que nós estamos torcendo para que nossa campanha salarial não seja bem sucedida, até porque sempre pregamos pela Campanha Salarial anual. Afirmamos mais uma vez:

1.   Queremos que nossos companheiros e companheiras tenham não o segundo, mas o melhor salário do país;

2.   Queremos também que sejam garantidas as melhores condições de trabalho, como coletes de proteção novos, mais  efetivo para o desenvolvimento das investigações, boas instalações das delegacias, viaturas em perfeitas condições, locais adequados para repouso quando estivermos nos momentos de descanso e uma boa estrutura na área de internet. As péssimas condições de trabalho que temos hoje, já  denunciamos há muito tempo, inclusive na imprensa.

                   Como tática da campanha salarial, Marinho propôs realizar a operação "Cumpra-se a Lei" e a realização de atividades que visam reduzir a dinâmica dentro da polícia. No entanto, a pesar dessas propostas terem sido aprovadas em assembleia, na prática elas não estão sendo aplicadas nem no Recife, nem nos demais municípios do estado. A direção do SINPOL, na prática, não está cumprindo o que foi deliberado nas assembleias, o que estão fazendo de verdade é puxar a campanha salarial pra baixo, já que desmotivam os trabalhadores da polícia civil de Pernambuco.
         
                  Quem esteve na última assembleia (a terceira da campanha salarial) viu o que aconteceu. Mais uma vez, o sindicato não informou NADA de como andam as negociações sobre a pauta que foi apresentada ao governo. Os companheiros não acham que há um conchavo entre sindicato e governo? A mudança nos percentuais de aumento vai ou não ser discutida? Esperamos que tudo isso não passe de enrolação, como foi a campanha salarial de 2011, quando Marinho, depois de falar muito, concluiu dizendo a célebre frase: “tá aqui, essa é a proposta do governo. Ou pega, ou larga.” Estão lembrados? Como diz o ditado popular, “gato escaldado de água fria tem medo”. Por isso, nós do Movimento pela Mudança estamos desconfiados.
       
       Recentemente, saiu uma matéria no jornal “Folha de Pernambuco” anunciando a reunião que ocorreu entre o SINPOL e a SDS. No entanto, a pesar de ter sido escolhida uma comissão de negociação, composta por Albertin, Áureo, Cadu, Fábio, Almiro, Álvaro e Emerson ninguém foi convocado para essa negociação, mesmo o companheiro Áureo pedindo a Marinho que informasse quando haveria negociação, e com os telefones dos mesmos nas mãos, não nos avisou. Para nós essa é uma prova cabal de que Marinho não quer que os representantes da base participem da negociação. Perguntamos novamente: o que vocês acham disso? Por que Marinho não nos convidou para ver a conversa dele com Damásio? Existe democracia e transparência no SINPOL?  Por que negociar às escondidas sem a base?
               
             O que devemos fazer agora é comparecer a assembleia do SINPOL no dia 02/05 e cobrar de Marinho e da categoria a resposta das perguntas que fizemos ao longo desse texto. Por fim, fazemos um apelo para que todos compareçam a assembleia, que será a quarta da já sem resposta campanha salarial de 2012.




TODOS À ASSEMBLEIA !!!